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Background on a business theme from virtual bitcoin currency. The concept of virtual business and crypto-currencies.

As Criptomoedas no mercado brasileiro.

As criptomoedas estão se tornando cada vez mais relevantes no mundo comercial e principalmente dos investimentos, prospectando enorme crescimento para os próximos anos, tanto em âmbito nacional como internacional.

Ante a esta iminente ascensão, você se vê preparado para o “manuseio” desta tecnologia?! Ou sabe dizer como estão se apresentando tais atividades junto ao mercado nacional!?  Neste artigo iremos aclarar a principais dúvidas sobre o tema.

Antes de adentrarmos ao assunto proposto, importante breve pausa para tecermos algumas considerações e observações básicas sobre o tema.

Se você não tem qualquer familiaridade com o tema, deve estar se perguntando, o que são as tais criptmoedas?! Em breve análise, estes recursos monetários são basicamente moedas digitais criptografadas. Ou seja, dinheiro virtual totalmente seguro que pode ser usado com a finalidade precípua à investimentos, ou até mesmo como meio de troca, visando aquisição de produtos ou serviços no mundo real.  

E, como funciona esta modalidade monetária!? Diferentemente das moedas ditas “normais”, as criptomoedas são valoradas única e exclusivamente por cotações, e não são emitidas por nenhum banco, se tornando imune a questões financeiras de qualquer país. Por isto, o valor de uma destas moedas tem variação de preço constante, podendo se ver valorizada de uma hora para outra, como também o seu oposto, semelhante ao que se vê junto ao mercado de ações.

A criptomoeda mais famosa é o Bitcoin, entretanto existem outras tantas que embora não sejam tão conhecidas como esta, também desempenham grande papel no mundo das moedas digitais.

Dentre as vantagens e desvantagens do uso destas moedas, podemos ressaltar como ponto positivo: a não ingerência de bancos ou países na alteração e gerenciamento da moeda, e, também, a facilidade das transações, seja pela operação que se dá em baixo número pelos usuários ou pela facilidade do uso das plataforma/software operacional. Quanto às desvantagens, podemos citar a alta volatilidade e instabilidade da moeda, pois como já mencionado, sua variação é constante.

Entendido o conceito, características e a sua funcionalidade, voltemos a questão inicial.

Como dito, aplicação/utilização da criptomoeda no mercado brasileiro vem se intensificando a cada ano, com o aumento expressivo desde 2017, principalmente através da moeda Bitcoin, os especialistas preveem um aumento ainda maior até 2020, sendo esta inclusive uma das razões para o Brasil ter anunciado, e promulgado, a primeira “regulação para criptomoedas” no país.

A instrução normativa 1.888 de 3 de maio de 2019, a qual entrou em vigor em 1 de agosto de 2019, trouxe como principal mudança a obrigatoriedade de declaração ao fisco, ou seja, todas as transações envolvendo moedas digitais deverão ser mencionadas junto à Receita Federal.

Esta regulamentação se deu pelo expressivo crescimento desta atividade no mercado brasileiro. Segundo o site da revista Exame, existe “mais de 1 milhão de pessoas registradas em corretoras para investir em criptoativos no brasil”, ultrapassando os números dos que investem na Bolsa, por exemplo.

Um dos fatores que corroboraram com este crescimento, foi o anúncio de que o Facebook irá lançar sua moeda digital própria, a Libra. Inclusive seus organizadores já pediram registro no Brasil, entretanto ainda não há data de lançamento.

Em estudo recente realizado pela Global Digital Report(incorporar – link1, ao grifado), o nosso país está entre os cinco países que mais utilizam bitcoins e criptomoedas no mundo. No estudo, levantou-se que aproximadamente 8.1% dos brasileiros, entre 16 e 64 anos, são proprietários de alguma moeda digital, bem acima da média mundial que é de 5,5%, ficando à frente de grandes expoentes internacionais, como: Estados Unidos, Japão, China.

Ou seja, menos de 1 a cada 10 brasileiros utilizam tais moedas, porcentagem baixa se formos parar para pensar, em que pese ser consideravelmente alta comparada com outros países.  O que se torna um ponto positivo, pois podemos prospectar que esta porcentagem de brasileiros utilizando a moeda digital pode aumentar consideravelmente.

Este ano a Binance – maior corretora de Bitcoin do mundo – se estabeleceu no Brasil, e seu gerente de estratégia Gin Chao, informou que o Brasil movimenta sozinho mais da metade das negociações de criptomoedas realizada na américa latina, chegando em 65% em relação aos vizinhos latinos.

Importante observar que, embora, as principais moedas digitais são de origem internacionais, frisa-se que também temos algumas criptomoedas genuinamente brasileiras, como por exemplo: NiobioCash, Martexcoin, CriptoReal e a Zcore, entre outras. Ou seja, o Brasil abraçou o mercado de criptomoedas com todas as suas forças, se destacando mundialmente, tanto pelas suas moedas, quanto pelo número de investidores.

Após esta breve e síntese exposição sobre o que são as famigeradas e instigantes moedas, bem como qual a sua relevância e aplicabilidade junto ao mercado brasileiro, esperamos que as suas principais dúvidas tenham sido sanadas, e assim, ter ajudado a se decidirem quanto ao momento para se investir nesta seara das moedas digitais.Porém, caso tenha ficado com alguma dúvida ou queira saber um pouco mais a respeito do tema, entre em contato com nosso time especializado no assunto.

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